Etnografia
➤ Mesinhas, rezas, benzeduras e talhaduras
"Monografia de Cinfães"
➤ Pratos típicos
➤ Adivinhas
Encosto a minha barriga à tua e meto-lhe dois palmos de “chicha” crua?
R. – O tabuleiro do pão.
Oh teso, teso, Oh duro, duro, mete-se o teso e fica ao dependuro?
R. – O brinco.
Verde foi meu nascimento, mas de luto me vesti, para dar a luz ao mundo, mil tormentos padeci?
R. – A azeitona.
Pêlo fora, pelo dentro, alça-se a perna e mete-se dentro?
R. – As meias.
Meses
"Grupo folclórico Cantas e Cramóis de Pias"
➤ Artes e ofícios da região
- Coser a mão ou o pé aberto
- Talhar o ar
- Talhar a orvalhada
- Talhar o unheiro
- Defumar vacas e porcos
- Talhar o mau olhado e inveja aos porcos e vacas
- Talhar o herpes
- Talhar a ciática
- Talhar a dada
- Talhar a zipla da cabeça
- Talhar a névoa na vista
- Talhar o “Trasorelho”
- Talhar o ventre caído
- Talhar o mau jeito
- Talhar o mal da inveja
- Responso a Santo António.
➤ Superstições
- Antes de tapar o forno, mas já depois de enfornado o pão e de pá estendida, fazendo-se sucessivos sinais cruciformes, é usual dizer-se: Cresças (o pão) no forno. As almas no Céu e os bens no mundo todo.
- Quando as raparigas solteiras ouvem o cuco, logo se deitam a perguntar: “Cuco da Ribeira quantos anos me dás de solteira?” Põem-se depois à escuta. Quantos crucitos, assim o número de anos de solteira.
- A fim de se evitar o mau olhado é frequente pregarem-se ferraduras nas portas das cortes do gado.
- Não se deve andar às arrecadas pois que assim se vai ensinar o caminho ao diabo.
- Para que Deus atenda as preces que lhe são dirigidas devem estas ser formuladas na missa entre a elevação da Hóstia e do Cálice. Do mesmo modo, para que uma praga se cumpra, deve ser rogada à mesma hora.
- Não se deve negar água a quem tem sede, porque é o mesmo que negá-la a Deus.
- Quando se boceja deve fazer-se de imediato o sinal da cruz diante da boca para evitar que entre o diabo no corpo.
- É muito usual colocar-se uma cruz (de ferro ou de pedra) ou mesmo umas alminhas no sítio onde faleceu alguém de morte violenta.
- Quando se fala de alguém já falecido costuma dizer-se: “que Deus o tenha”; “que Deus o guarde”; “que Deus o tenha em boa conta”.
- Se alguém morre com angústia de não ter visto cumprida a sua última palavra, a sua alma andará errante e diz-se alma penada.
- Depois de baixado o caixão à cova, deita-se um punhado de terra por cima para a alma não aparecer.
- É mau agoiro e sinal de morte quando o cão uiva ou a coruja pia.
- O pio do mocho e o uivar do cão adivinham a morte.
- Dá azar passar por certas plantas e não observar certas práticas. Por exemplo, passar pelo alecrim e não cheirar o arbusto. Lá reza o provérbio: “Quem pelo alecrim passou e não cheirou, diabo trazia, diabo levou”.
- Um gato preto é sinal de azar.
- Uma estrela cadente é uma alminha que entra no céu. À vista do fenómeno costuma dizer o povo: “Nossa Senhora te guie”.
- Sonhar com a pessoa falecida é para se rezar por ela.
- Colocar à porta trovisco ou arruda afasta os perigos da feitiçaria e do mau olhado.
- Treze à mesa traz a morte de um deles. Quando coincide com a sexta-feira é dia de azar.
- A figa ao pescoço e a ferradura atrás da porta, ou na carroçaria das camionetas, afugenta o perigo.
- Vassoura atrás da porta com o piaçaba para cima apressa a saída de visita indesejável.
- Quando se parte um espelho é sinal de azar.
- Não é bom abrir um guarda-chuva dentro de casa.
- Quando alguém é ferido por uma silva, deve cortar o arbusto e deixá-lo secar. Depois de seco também a ferida sarará.
- Ainda há quem, no concelho, faça “defumadouros” às casas onde se pense que alguma “coisa má” está a ocorrer. Nos currais de animais procede-se do mesmo modo para afastar doenças súbitas que os vitimam.
- Num tacho põem-se brasas e sobre elas se deita alecrim, ramos de oliveira e incenso. Logo que o fumo aparece percorrem-se os aposentos ou o lugar, dizendo-se: “Assim como Nossa Senhora defumou seu amado Filho, para bem cheirar vou defumar esta casa, para todo o mal daqui se retirar”. Reza-se um Pai-Nosso e uma Ave-Maria. Quando se acaba sai-se às arrecadas deitando-se depois as brasas num rego de água.
➤ Lendas
- Bruxas e Lobisomens
- Casas assombradas
- Mouras encantadas
- Lenda dos Mouros
- Lenda do Poço Negro
Quando lá chegou entrou por uma espécie de porta que o conduzia a uma cidade iluminada por uma luz intensa e convidativa. Diz-se que foi conduzido por uma Moura Encantada que o levou a ver coisas tão belas que eram impossíveis de descrever!
Desde esse dia nunca mais ninguém ousou repetir a façanha. Embora todos tenham vontade de visitar a cidade encantada…
- Lenda dos Túneis do Outeiro
Uma das teorias conta-nos que jovens rapazes utilizavam um túnel secreto para se deslocarem desde Fundoais até ao Poço Negro, no Bestança, onde mergulhavam à noite. Mas a viagem seria muito maior! Aparentemente eram esperados por bruxas escondidas entre o Poço Negro e o Vau que os levavam
numa só noite ao Brasil.
Há ainda uma outra versão que nos conta que este túnel era utilizado por cavalos, vindos da Quinta do Paço até ao rio, para simplesmente beberem água.
Surgem ainda outros que afirmam existir, também debaixo do outeiro, uma passagem secreta que daria ligação a Cinfães.
Atualmente não se conhece nenhuma das entradas para os túneis do Outeiro apesar de muitos terem a certeza da zona onde estes permanecem escondidos.
- Lenda do morto que se voltou
O acontecido fora descoberto, quando abriram a urna já em pleno cemitério de Cinfães, perante o olhar de espanto de todos os que assistiam ao fenómeno.
Segundo os habitantes, o homem ainda estaria vivo durante grande parte do caminho, que demorava meio-dia a percorrer, e o susto foi de tal ordem que esse episódio ainda se mantém vivo na memória de muitos.
Hoje, ainda há quem acredite que muitas almas estão presas nos responsos que eram feitos nalgumas paragens, nomeadamente junto às encruzilhadas dos caminhos, onde se acreditava que as almas se poderiam perder ou onde o diabo poderia espreitar e tomar conta destas almas inocentes.
Fazer o sinal da cruz nestes locais é praticamente obrigatório, até aos dias de hoje, para os mais crentes nestas coisas do oculto.
- Lenda do Corredor do Fado
O medo instalava-se na aldeia todas as quintas-feiras depois da meia-noite!
Uma figura mutante descrita por alguns como: “metade homem e metade cavalo” e por outros como “um lobisomem” invadia os caminhos de Pias.
O corredor do fado, assim intitulado, faz com que muitos se recusem a sair à rua, ficando à janela onde várias vezes o conseguiram observar. Existia apenas uma solução para quebrar o fado: sangrá-lo.
Dizia-se que estes seres mágicos emitiam barulhos bastante fortes e apenas ao amanhecer voltariam à sua vida normal não tendo qualquer memória do que lhes acontecera.
Existem várias teorias do que seria determinante para que alguns tivessem este triste destino!
Mas o que não deixa dúvidas a vários habitantes é que o corredor continua a visitar Pias.
"Pedro Sá"
➤ Pratos típicos
- Cabrito ou anho assado;
- Anho assado com arroz no forno;
- Torresmos à moda de Cinfães;
- Sopa seca;
- Arroz de forno caseiro;
- Pá de carneiro à caseira;
- Grão com dobrada;
- Grão com bacalhau;
- Croquetes de bacalhau;
- Bolo simples;
- Compota de cereja;
- Bolos de Manteiga ou Matulos;
- Falachas de farinha de castanha pilada.
"Grupo folclórico Cantas e Cramóis de Pias"
➤ Brincadeiras e jogos
- Jogo do Eixo
- Cabra-cega
- Jogo do mata
- Jogo do rapa
- Saltar à corda
- Jogo do galo
- Jogo do prego
- Berlindes
- Jogo do Pião
- Corrida de sacos
- Jogo da corda
- Macaca ou Amerelinha
- Jogo do Lenço
- Jogo das cadeiras
- Jogo da malha
"Grupo folclórico Cantas e Cramóis de Pias"
➤ Tradições | Festas típicas
➤ Tradições | Festas típicas
- Deixas para o Ano Novo
- Cantares de Reis e Janeiras
- Entrudo
- Corrida da Comadre e do Compadre
- Touro
- Páscoa
- Travessuras de São João
- Festa em Honra do Santo Padroeiro
- Vindimas
- Magustos
- Desfolhada
- Matança do porco
- Cozer o pão
- Natal
- Enterro do Ano Velho
"Pedro Sá"
Alto está, alto mora, todos o vêm e ninguém o adora?
R. – O sino.
Encosto a minha barriga à tua e meto-lhe dois palmos de “chicha” crua?
R. – O tabuleiro do pão.
Oh teso, teso, Oh duro, duro, mete-se o teso e fica ao dependuro?
R. – O brinco.
Verde foi meu nascimento, mas de luto me vesti, para dar a luz ao mundo, mil tormentos padeci?
R. – A azeitona.
Pêlo fora, pelo dentro, alça-se a perna e mete-se dentro?
R. – As meias.
"Grupo folclórico Cantas e Cramóis de Pias"
➤ Provérbios populares
Ditos populares
- A união faz a força.
- À noite todos os gatos são pardos.
- Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
- Antes tarde do que nunca.
- Aproveite a sorte enquanto ela está a seu favor.
- Aqui se faz, aqui se paga.
- As aparências enganam.
- Cada cabeça, uma sentença.
- Cada coisa a seu tempo.
- Cada macaco no seu galho.
- Cão que ladra não morde.
- Cautela nunca é demais.
- De grão em grão, a galinha enche o papo.
- De moeda em moeda se faz uma fortuna.
- Depois da tormenta, sempre vem a bonança.
- Devagar se vai longe.
- Dizei-me com quem andas e eu te direi quem és.
- É melhor prevenir do que remediar.
- É na necessidade que se conhece o amigo.
- Em boca fechada não entra mosca.
- Em casa de ferreiro, espeto de pau.
- Em terra de cego, quem tem olho é rei.
- Gato escaldado de água fria tem medo.
- Mais vale um pássaro na mão do que dois a voar.
- Quem faz a cama bem se deita nela.
- Nada como um dia após o outro.
- Não adianta chorar sobre o leite derramado.
- Não conte com o ovo no cu da galinha.
- Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe.
- Não há marcas que o tempo não apague.
- Nem tudo o que reluz é ouro.
- Os melhores homens são os que as mulheres julgam melhores.
- Os últimos serão os primeiros.
- Pense duas vezes antes de agir.
- Pense rápido, fale devagar.
- Pequenos riachos formam grandes rios.
- Quem desdenha quer comprar.
- Quem espera sempre alcança.
- Quem não tem cão caça com gato.
- Quem ri por último ri melhor.
- Quem semeia ventos, colhe tempestades.
- Quem tem boca vai a Roma.
- Quem tem pressa come cru.
- Quem tem telhado de vidro não atira pedra ao vizinho.
- Quem tudo quer tudo perde.
- Santo de casa não faz milagre.
- Se cair, do chão não passa.
- Um homem prevenido vale por dois.
- Uma andorinha só não faz Verão.
- Uma mão lava a outro e as duas lavam o rosto.
- O que não tem solução, solucionada está.
- Quem quer vai, quem quer manda.
- O pior cego é aquele que não quer ver.
- Bem mal ceia quem come de mão alheia.
- Não gozes com o mal do teu vizinho, porque o teu vem a caminho.
- Manda quem pode obedece quem tem juízo.
- Quando um burro fala, os outros baixam as orelhas.
- Quem conta um conto, acrescenta um ponto.
- A vingança é um prato que se serve frio.
- Mal de muitos consolo é.
- Duro com duro não faz bom muro.
- Mais vale quem Deus ajuda do que quem cedo madruga.
- Quem dá o seu, antes que morra precisa duma "cachaporra".
"Grupo folclórico Cantas e Cramóis de Pias"
- Janeiro
Em Janeiro, sobe ao Outeiro;
Se vires verdejar, põe-te a chorar;
Se vires terrear, põe-te a cantar;
Janeiro: geeiro;
Janeiro molhado não é bom para o pão, mas é bom para o gado;
Janeiro frio e molhado enche a tulha e farta o gado;
Em Janeiro, sete casacos e um sombreiro;
Trovão em Janeiro: nem bom canastro nem bom palheiro;
Não há luar como o de Janeiro, nem amor como o primeiro;
Se vires verdejar, põe-te a chorar;
Se vires terrear, põe-te a cantar;
Janeiro: geeiro;
Janeiro molhado não é bom para o pão, mas é bom para o gado;
Janeiro frio e molhado enche a tulha e farta o gado;
Em Janeiro, sete casacos e um sombreiro;
Trovão em Janeiro: nem bom canastro nem bom palheiro;
Não há luar como o de Janeiro, nem amor como o primeiro;
Em Janeiro um salto de carneiro;
- Fevereiro
Fevereiro: rego cheio;
Quando não chove em Fevereiro, nem bom prado nem bom celeiro;
Água de Fevereiro enche o celeiro;
Em Fevereiro, chuva; em Agosto, uva.
Fevereiro: rego cheio;
Quando não chove em Fevereiro, nem bom prado nem bom celeiro;
Água de Fevereiro enche o celeiro;
Em Fevereiro, chuva; em Agosto, uva.
Fevereiro: rego cheio;
- Março
Páscoa em Março, ou fome ou mortaço;
Enxame de Março apanha-o no regaço;
Em Março, onde quer passo;
Em Março, tanto durmo como faço;
Nasce a erva em Março, ainda que lhe deem com o maço;
Março, marçagão, de manhã cara de rainha, de tarde corta com a foucinha;
Sol de Março queima a dama no paço;
Março, Marçagão, de manhã Inverno à tarde Verão;
Enxame de Março apanha-o no regaço;
Em Março, onde quer passo;
Em Março, tanto durmo como faço;
Nasce a erva em Março, ainda que lhe deem com o maço;
Março, marçagão, de manhã cara de rainha, de tarde corta com a foucinha;
Sol de Março queima a dama no paço;
Março, Marçagão, de manhã Inverno à tarde Verão;
- Abril
Abril: águas mil, quantas mais poderem vir;
Em Abril, águas mil, coadas por um mandil;
A água que no Verão há-de regar em Abril e Maio há-de ficar;
Abril molhado, ano abastado;
Seca de Abril deixa o lavrador a pedir;
Abril frio e molhado enche o celeiro e farta o gado;
Em Abril, queimou a velha o carro e o carril;
Em Abril, águas mil, coadas por um mandil;
A água que no Verão há-de regar em Abril e Maio há-de ficar;
Abril molhado, ano abastado;
Seca de Abril deixa o lavrador a pedir;
Abril frio e molhado enche o celeiro e farta o gado;
Em Abril, queimou a velha o carro e o carril;
- Maio
Maio hortelão: muita palha e pouco grão;
Maio couveiro não é vinhateiro;
Maio pardo faz o ano farto;
Em Maio, nem à porta saio;
Maio pardo e ventoso faz o ano farto e formoso;
Em Maio, comem-se as cerejas ao borralho;
Maio couveiro não é vinhateiro;
Maio pardo faz o ano farto;
Em Maio, nem à porta saio;
Maio pardo e ventoso faz o ano farto e formoso;
Em Maio, comem-se as cerejas ao borralho;
- Junho
Junho calmoso: ano famoso;
Junho floreiro: paraíso verdadeiro;
Sol de Junho amadura tudo;
Junho chuvoso: ano perigoso;
Enxame de Junho nem que seja como punho;
Em Junho, foice no punho;
Feno, alto ou minguado, em Junho é segado;
- Julho
Julho quente, seco e ventoso: trabalha sem repouso;
Em Julho, prepara o vasculho;
Em Julho, ceifa o trigo e faz debulho. E, em o vento
soprando, vai-o limpando.
Não há maior amigo do que Julho com seu trigo;
Por todo o mês de Julho, o meu celeiro entulho;
Julho abafadiço: abelhas no cortiço;
- Agosto
Agosto nos farta, Agosto nos mata;
Quem em Agosto ara, riqueza prepara;
Quem malha em Agosto malha contra gosto;
Chuva em Agosto enche o tonel de mosto;
Quando chove em Agosto, chove mel e mosto;
Agosto tem culpa se Setembro leva a fruta;
Em Agosto, toda a fruta tem gosto;
Seja o ano que for, Agosto quer calor;
Se querer o teu homem morto, dá-lhe couves em Agosto;
Em Agosto, ardem os montes; em Setembro, secam as fontes;
Nem em Agosto passear nem em Dezembro marcar;
Em Agosto, candeeiro posto;
Em Agosto, frio no rosto;
- Setembro
Setembro: mês dos figos e cara de poucos amigos;
Setembro molhado: figo estragado;
No pó, semearás; em Setembro colherás;
Em Setembro, ardem os montes e secam as fontes;
Setembro ou seca as fontes ou leva as pontes;
Lua nova setembrina sete luas determina;
Setembro é o Maio do Outono;
- Outubro
Outubro quente traz o diabo no ventre;
Outubro suão: negaças de Verão;
Logo que Outono venha, prepara a lenha;
Outubro meio chuvoso faz o lavrador venturoso;
Em Outubro, o sisudo colhe tudo;
Em Outubro, sê prudente: guarda pão e semente;
Em Outubro, pega tudo;
A árvore plantada no Outono tem um ano de abono;
Se Outubro for erveiro, guarda para Março o palheiro;
- Novembro
Em Novembro, prova o vinho e semeia o cebolinho;
Cava em Novembro e planta em Janeiro;
Em Novembro põe tudo a secar, pode o Sol não tornar;
Novembro é quente no começo e frio no fim;
Novembro pelos Santos, neve nos campos;
Em dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho;
Novembro à porta, geada na horta;
No dia de São Martinho, mata o teu porco e bebe o teu
vinho;
Pelos Santos, neve nos campos;
Por São Martinho, todo o mosto é bom vinho;
- Dezembro
Em Dezembro, treme de frio cada membro;
Em Dezembro, lenha no lar e pichel a andar;
Em Dezembro, descansar, para em Janeiro trabalhar;
No Natal um salto de pardal;
"Grupo folclórico Cantas e Cramóis de Pias"
➤ Artes e ofícios da região
- Chapeleira;
- Latoeiro;
- Tamanqueiro;
- Cesteiro;
- Carvoeiro;
- Barqueiro;
- Colmador;
- Pastor;
- Cozer o pão;
- Moleiro;
- Seareiro;
- Carreteiro;
- Sardinheira;
- "Pilhas".
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